Home Links info Mais
Python (não o Monty)
25 de maio de 2010 às 11:45 AM

Ok, eu admito, esqueci do Blog >.< Mas como ninguém acessa mesmo, wathever. A semana acadêmica acabou faz tempo e eu ainda não postei o que tinha prometido XD

Então… o Pyhton. Gostei bastante da linguagem, é simples, fácil e extremamente poderosa. Vêm sendo amplamente utilizada nos últimos tempos, inclusive para o desenvolvimento web (vou falar sobre isso mais para frente), é fácil de aprender, fácil de usar, fácil de entender, fácil de fazer a manutenção… enfim, é fácil e dá para aprender em uma tarde com um bom manual de referência. E, não, o nome não vem da cobra, mas sim de Monty Python (computeiros gostam dessas referências nerds, e eu me incluo nisso >.<).

Gostei bastante do fato de que o Python vem “com as pilhas inclusas”, ou seja, possui uma enorme biblioteca de funções prontas que facilitam muito a vida do programador, e deixam o código bastante legível (um dos enfoques da linguagem é a legibilidade, e eu simplesmente amei isso), inclusive, a edentação é bem importante, o que deixa tudo ainda mais claro para ser lido depois. E também não possui toda aquela formalidade do PASCAL, não é preciso declarar as variáveis e seus tipo, por exemplo. Aliás, as variáveis são um caso a parte, não é como se cada uma fosse uma caixinha contendo um valor, ou uma string, mas um rótulo ou um post it.

Sobre o desenvolvimento para web, existem alguns frameworks que trabalham com a linguagem. Como o Django, que permite a construção rápida aplicações web de alto desempenho e elegância.  Infelizmente, não vou dar uma opinião mais elaborada sobre isso, já que o servidor do leia-me.org não suporta Python e, portanto, não suporta o Django (alguém quer me doar uma hospedagem que suporte Python e Ruby?). Mas me pareceu ser fácil de se usar e de se aprender (se você já sabe Python, é claro).

O Python também possui um interpretador interativo, que ajuda bastante a testar trechos de códigos e, principalmente, a aprender a linguagem. Como a linguagem também permite fazer tudo “no braço”, eu diria que é bastante indicada para quem quer aprender a programar.

Resumindo, eu amei… E o pessoal que fez o minicurso comigo, também. Inclusive, numa das palestras da SAE, eu fiquei sabendo que o Python é bastante utilizado também para o desenvolvimento de jogos, mas sobre isso eu não posso dar mais detalhes, mas eu tenho amigos que estão trabalhando bastante com a linguagem.

Links Úteis:

Eu sempre procuro escrever da forma mais simples possível, se existir algum erro, avise, por favor ^.~


Desenvolvimento Web, Facul, Nerd, Opinião, Programação | Comentários desativados




Ahhh, o Violino….
13 de setembro de 2009 às 1:09 AM

Podem me chamar de irresponsável, porque eu simplesmente esqueci do Versailles. Motivo eu tenho, tô cheio dos pobrema. Até labirintite me deu. Vai entender u.u Mas enfim, não vou lamentar minha vida (isso dá comentário, mas não acho que minha vida interesse aos outros, enfim).

Dia desses eu estava vagando entediada por aí quando vi um nome que me chamou atenção: Alexander Rybak. Não fazia necas de ideia quem era o catito, mas como amo esse nome, fui pesquisar. Bem, passei a adorar *.* Ele é um músico que nasceu na Bielo-Rússia, mas cresceu na Noruega. País pelo qual venceu venceu o Festival Eurovisão de Canção desse ano. Ele toca violino, canta e compõe. As músicas dele são diferentes do que anda rolando por aí, são bem trabalhadas, tem arranjos lindos e letras legais (embora sejam meio estranhas o.O).  E para complementar ainda é bonito /pegaeu. Tudo o que eu gosto…  Ah, enfim, era de música que eu estava falando… Aqui você pode conferir a performance dele na final do Eurovision cantando Fairytale. Dessa música o que mais gostei foi o próprio violino, um som alegre, parecido com o da rabeca, dançante e agradável. Mas eu sou suspeita para falar, já que eu amo o violino, ainda mais que a guitarra.

E por falar em violino, uma sugestão é o filme O Violino Vermelho que conta a história de… um violino vermelho! Há! Enfim, conta a saga desse dito instrumento através os séculos e de vários países (inclusive a China). Mas a história não é o melhor, e sim a trilha sonora. Composta por John Corigliano e brilhantemente executada por Joshua Bell (primeiro violino), Baltimore Symphony Orchestra e Jeremy Denk (piano). Simplesmente lindo entre o pianíssimo e o fortíssimo. Ótimo para relaxar ou simplesmente para quem gosta de apreciar boa música.

Ainda dentro do tema, há também o livro da Anne Rice, Violino. A história de uma mulher atormentada pelo fantasma de um lindo violinista russo. É incrível o modo como a autora descreve a música e o amor de Stephan (o violinista), por seu Strad Longo. É uma obra que contém uma sensibilidade incrível e belíssima. A música é a personagem principal. Ela sempre está presente, é ela que move tanto Triana quanto Stephan em suas tragédias. E é com uma sensibilidade incrível que Anne Rice a descreve, com paixão, mas ainda assim de um modo suave. Torna música em palavras, quando normalmente se faz o contrário.

E enfim, aí está, um post dedicado a uma das minhas maiores paixões: o violino. Por que não aprendo a tocá-lo? Por seu um instrumento que exige dedicação, muita dedicação. E não tenho tido tempo para isso. Mas quem sabe um dia crio coragem e deixo a guitarra e o canto de lado para me dedicar inteiramente a essa paixão…

Respondo os (poucos) comentários assim que der.






Próxima Página »